Tutoriais

[PT]

Já há imenso tempo que ando a pensar em escrever alguns tutoriais aqui no blog, aliás já escrevi alguns relacionados com Arduino, sendo que esses que escrevi foram com o intuito de ter documentação para uso próprio.

No entanto, gostaria imenso de saber a vossa opinião sobre o que escrever, sendo que os temas versarão Arduino, Processing, OpenFrameworks, VVVV e PureData.

Têm alguma questão/dúvida que não estejam a conseguir resolver? Partilhem-na comigo e quem sabe se consiga encontrar a solução para que todos juntos possamos aprender mais sobre estas tecnologias tão interessantes!!

[EN]

I have been thinking about writing some tutorials in this blog. Actually I already have done it.

However I would love to know your opinion on what to write, knowing that the main core would be Arduino, Processing, OpenFrameworks, VVVV and PureData.

Do you have any suggestion? Share it with me!!

 

AltLab – Lisbon HackerSpace has a new place

[PT]

O AltLab é um “hacklab” em Lisboa, dedicado ao experimentalismo multidisciplinar em “digital media art”. Recentemente mudámos de localização, e o local não poderia ser mais “cool” e artístico: “Flying House Lisbon“.

 

Como se pode ler no site “A Flying House Lisboa é um espaço dedicado à música, às artes e ao intercâmbio cultural entre todos aqueles que estão ligados à arte urbana. Um espaço diferente, num lugar diferente.” e de facto mais diferente não poderia ser, no mesmo local mistura-se um bar-lounge, uma sala para pequenas refeições, ateliers de pintura e escultura, galeria de exposição, quartos para artistas em residência,  e agora também o nosso hackerspace !!

Sinceramente espero que este local permita criar algumas sinergias entre nós e alguns dos artistas para que possam nascer esculturas “vivas”, quadros generativos e muitas instalações interactivas.

Recordo que o AltLab reune “a porta aberta” todas as 3ª feiras apartir das 20h30 e qualquer pessoa é bem vinda para nos visitar e conhecer.

Apareçam, é muito próximo do aeroporto da Portela de de Figo Maduro por isso é só seguir os aviões !!! Ou ver no Google Maps 😉

[EN]

AltLab is an “hacklab” situated in Lisbon, fully committed with multidisciplinary experimentalism in digital media art. Recently we moved to a new location, and it couldn’t be more cool and artistic: “Flying House Lisbon“.

As you may read in the website “Flying House Lisbon is a place dedicated to music, arts and culture exchange between everyone connected to urban arts. A different space in a diferent place.” in fact it couldn’t be otherwise because they have in the same place a lounge-bar, a room for small meals, workshops of painting and sculpture, art gallery, rooms for artists in residence,  and now our very own hackerspace !!

Hope this spot will bring some great synergies between us and the artists in residence to create some “living” sculptures, generative paintings and great interactive installations.

I recall that AltLab meets every Tuesday at 8:30pm and everyone is welcomed to visit and meet us.

Come on by, we are really close to Lisbon airport and Figo Maduro airport therefore just follow the planes !!! Or check Google Maps 😛

 

Workshop de Introducao ao Arduino

Estou a organizar um workshop de Introdução à Computação Física com Arduino que se irá realizar no próximo mês de Março, entre os dias 22 e 25 das 19h as 22h.

O local não poderia ter sido melhor escolhido, um dos locais em que a criatividade fervilha enquanto deambulamos por entre os edíficios – LxFactory – mais especificamente na COWORK.

Para mais informações sobre o programa do workshop, o mapa para chegar a COWORK, como se inscreverem etc…na página dos meus workshops – Creative Workshops.

Extending Arduino’s Digital Input

[PT]

Ontem escrevi um post sobre como aumentar o número de portas de saída digital do Arduino pois só dispõe de 13 Pins Digitais de Input e Output.

Hoje é altura de escrever sobre o aumento do número de portas de entrada digital (Digital Input). Tal como no post anterior, a solução passa pela utilização de um circuito integrado designado por “Multiplexers“.

Para este caso utilizo o IC 74HC165 (existem outros que fazem o mesmo efeito). Este IC é um conhecido “8 bit parallel in – serial out shift register”. Isto quer dizer que é possível receber ao mesmo tempo o valor de 8 inputs !! Recordo de novo que, tal como no post anterior, é possível ligar vários IC em paralelo e assim continuar a aumentar o número de portas digitais de entrada.

Os Pins A a H são entradas (inputs).

Pin GND deverá de estar ligado a Terra (GND).

Pin SH/LH é o “Parallel Input” e para se activar o IC para poder receber data deverá de estar LOW. Mas após a recepção, tem de se mudar para HIGH para parar as entradas e se conseguir “ler” os inputs.

Os Pins QH’s são “Serial Outputs”.

Pin CLK é o “Clock Input” do IC e tal como o SH/LH dever-se-á activar quando se quiser enviar data para o IC e desactivar após a transferência.

Pin Vcc é o Vcc (corrente).

Pin CLK INH é o “Clock Enable Input” ou seja, o pin pelo qual a informação vai do Arduino para o IC.

Pin SER é o “Serial Data Input” e será utilizado caso se pretenda ligar mais ICs em paralelo.

Caso queiram utilizar menos do que 8 inputs, os pins “vazios” deverão ser ligados à Terra para que o IC funcione. (reparem nos arames brancos e nos 2 arames pequenos arames verdes)

image

/*
Código retirado do forum do site do Arduino e adaptado para o circuito que liguei.
*/
// Caso se pretenda ligar vários ICs em paralelo
#define NUMBER_OF_SHIFT_CHIPS 1
#define DATA_WIDTH NUMBER_OF_SHIFT_CHIPS*8
// Largura do pulso que servirá de "trigger" para o IC ler e armazenar
#define PULSE_WIDTH_USEC 5
// delay opcional entre leituras do IC
#define POLL_DELAY_MSEC   1
// Caso se tenham vários IC em paralelo, deverão alterar o tipo de dados de int para long
#define BYTES_VAL_T unsigned int
// Pins do Arduino
int SH_LD        = 2; int CLK_INH  = 5;  // Liga ao Clock Enable (15)
int QH = 4; // Liga ao Q7 (7)
int CLK = 3; // Liga ao Clock (2)
BYTES_VAL_T pinValues;
BYTES_VAL_T oldPinValues;
// Rotina de "Shift-In"
// para ler o Serial Data do Shift-Register
// e representar esses dados em valores nos Pins
BYTES_VAL_T read_shift_regs()
{
byte bitVal;
BYTES_VAL_T bytesVal = 0;
// Disparar a leitura das ligações Parallel e armazenar a informacao
digitalWrite(CLK_INH, HIGH);
digitalWrite(SH_LD, LOW);
delayMicroseconds(PULSE_WIDTH_USEC);
digitalWrite(SH_LD, HIGH);
digitalWrite(CLK_INH, LOW);
// ler todos os bits que entraram via Serial Out
for(int i = 0; i < DATA_WIDTH; i++)
{
bitVal = digitalRead(QH);
// transformar os bits em bytes
bytesVal |= (bitVal << ((DATA_WIDTH-1) - i));
// Ligar e desligar o "clock" faz com que se mude para a próxima entrada
digitalWrite(CLK, HIGH);
delayMicroseconds(PULSE_WIDTH_USEC);
digitalWrite(CLK, LOW);
}
return(bytesVal);
}
// método para mostrar todos os bits
void display_pin_values()
{
Serial.print("Pin States:\r\n");
for(int i = 0; i < DATA_WIDTH; i++)
{
Serial.print("  Pin-");
Serial.print(i);
Serial.print(": ");
if((pinValues >> i) & 1)
Serial.print("HIGH");
else
Serial.print("LOW");
Serial.print("\r\n");
}
Serial.print("\r\n");
}
void setup()
{
Serial.begin(9600);
pinMode(SH_LD, OUTPUT);
pinMode(CLK_INH, OUTPUT);
pinMode(CLK, OUTPUT);
pinMode(QH, INPUT);
digitalWrite(CLK, LOW);
digitalWrite(SH_LD, HIGH);
pinValues = read_shift_regs();
display_pin_values();
oldPinValues = pinValues;
}
void loop()
{
pinValues = read_shift_regs();
if(pinValues != oldPinValues)
{
Serial.print("*Pin value change detected*\r\n");
display_pin_values();
oldPinValues = pinValues;
}
delay(POLL_DELAY_MSEC);
}

Divirtam-se!

[EN]

Yesterday I wrote a blogpost about how to extend the number of Arduino’s digital output pins.

Today I will write about how to extend the number of Arduino’s digital input pins. Like the previous post, the solution might goes by using “Multiplexers“, a common integrated circuit.

I use the IC 74HC165 (there are others with the same purpose). This IC is a well known “8 bit parallel in – serial out shift register”. This means that you may capture up to 8 inputs !! Remember that all these ICs may work in parallel with others, extending even further the number of pins.

Pins A to H are input pins.

Pin GND should be connected to Ground.

Pin SH/LH it’s the “Parallel Input” and to activate the IC to read data it has to be LOW. After readings, switch it up to HIGH.

Pins QH’s are the “Serial Outputs”.

Pin CLK this one is the “Clock Input”, and like the SH/LH you should activate to send data into the IC and deactivate after.

Pin Vcc it’s the power source.

Pin CLK INH it’s the “Clock Enable Input”, where all data “goes” from Arduino into IC.

Pin SER it’s the “Serial Data Input” and you will use it if you have “daisy-chains” (ICs connected in parallel).

If you want to use less then the 8 available inputs, remember to connect the “empty” ones to Ground (take a note on the small white wires and the two small green ones)

image

/*
Code was taken from Arduino's forum and adapted to my circuit.
*/
// If you want to connect several ICs in parallel
#define NUMBER_OF_SHIFT_CHIPS 1
#define DATA_WIDTH NUMBER_OF_SHIFT_CHIPS*8
// pulse width that will trigger the IC to read and latch
#define PULSE_WIDTH_USEC 5
// optional delay for readings
#define POLL_DELAY_MSEC   1
// If you have several ICs in parallel, need to change the data type from int to long
#define BYTES_VAL_T unsigned int
// Arduino's pins
int SH_LD        = 2; int CLK_INH  = 5;  // Connects to Clock Enable
int QH = 4; // Connects to the Q7
int CLK = 3; // Connects to the Clock
BYTES_VAL_T pinValues;
BYTES_VAL_T oldPinValues;
// "Shift-In" routine
// to read all Serial Data from Shift-Register
// and send those values to the Pins
BYTES_VAL_T read_shift_regs()
{
byte bitVal;
BYTES_VAL_T bytesVal = 0;
// triggers the reading from the Parallel connections and latch
digitalWrite(CLK_INH, HIGH);
digitalWrite(SH_LD, LOW);
delayMicroseconds(PULSE_WIDTH_USEC);
digitalWrite(SH_LD, HIGH);
digitalWrite(CLK_INH, LOW);
// Read all bits available
for(int i = 0; i < DATA_WIDTH; i++)
{
bitVal = digitalRead(QH);
bytesVal |= (bitVal << ((DATA_WIDTH-1) - i));
// Turning the "clock" On/Off will make the Shift-Register to shift to the next bit
digitalWrite(CLK, HIGH);
delayMicroseconds(PULSE_WIDTH_USEC);
digitalWrite(CLK, LOW);
}
return(bytesVal);
}
// Printing all values
void display_pin_values()
{
Serial.print("Pin States:\r\n");
for(int i = 0; i < DATA_WIDTH; i++)
{
Serial.print("  Pin-");
Serial.print(i);
Serial.print(": ");
if((pinValues >> i) & 1)
Serial.print("HIGH");
else
Serial.print("LOW");
Serial.print("\r\n");
}
Serial.print("\r\n");
}
void setup()
{
Serial.begin(9600);
pinMode(SH_LD, OUTPUT);
pinMode(CLK_INH, OUTPUT);
pinMode(CLK, OUTPUT);
pinMode(QH, INPUT);
digitalWrite(CLK, LOW);
digitalWrite(SH_LD, HIGH);
pinValues = read_shift_regs();
display_pin_values();
oldPinValues = pinValues;
}
void loop()
{
pinValues = read_shift_regs();
if(pinValues != oldPinValues)
{
Serial.print("*Pin value change detected*\r\n");
display_pin_values();
oldPinValues = pinValues;
}
delay(POLL_DELAY_MSEC);
}

Have fun!

Extending Arduino’s Digital Output

[PT]

O Arduino dispõe de 13 Pins Digitais de Input e Output, isto se for uma board standard como a actual Uno ou anteriores como a Duemilenove. Muitas vezes este é uma das razões que algumas pessoas, com quem falo sobre Arduino, usam para a não utilização desta board num projecto. A razão é existirem 13 portas digitais de I/O.

Bom, a solução passa por dois caminhos, utilizar a board MEGA com 54 pins digitais I/O ou utilizar circuitos integrados (IC) conhecidos como “Multiplexers“. Muitas vezes a primeira solução pode necessitar da segunda, caso 54 pins não sejam suficientes.

Para resolver esta questão utilizo o IC 74HC595 ( existem outros que fazem o mesmo efeito). Este IC é um conhecido “8 bit serial in – parallel out shift register”, ou seja:

“Um serial-in/parallel-out shift register guarda data em elementos internos de memória e envia data para os pins serial-out, data-out. Todas as fases internas são disponíveis como output. Assim, um serial-in/parallel-out shift register converte data de formato serial para formato parallel. Por exemplo, se entrarem quatro bits por quatro pulsos do relógio através de um único arame num data-in, esse data ficará disponível simultaneamente em quatro outputs: QA ao QD depois do quarto impulso do relógio. (fonte: All About Circuits)”

Os Pins 1-7 e 15 são saídas (outputs).

O Pin 8 deverá de estar ligado a Terra (GND).

O Pin 10 deverá de estar ligado a corrente. Este pin é o “Master Reclear” e caso esteja LOW está activo.

O Pin 11 é o “Clock” do IC.

O Pin 12 é o armazenamento (“Latch”) do IC e caso esteja LOW desactiva-se os outputs do IC.

O Pin 13 é o “Enable”, e caso o liguem a Terra (GND) não o conseguem “disable”. Caso procedam assim, o controlo é feito pelo “Latch”.

O Pin 14 é o “Serial Input” ou seja, o pin pelo qual a informação vai do Arduino para o IC.

O Pin 16 é o Vcc (corrente).

Confuso?

Bem, é bastante simples até. Vejamos a seguinte imagem:

clique para ver imagem maior (fonte: site Arduino)

ocupando somente 3 pins digitais da nossa board é possível ter acesso a 8 saídas (8-bit). O interessante é que se podem ligar IC’s em paralelo:

clique para ver imagem maior (fonte: site Arduino)

Continuam-se a ocupar somente 3 pins da board e agora tem-se a disposição 16 saídas, e este processo pode continuar por quantas vezes forem necessárias.

A configuração do esquema pode se ver nas imagens acima, mas como funciona o código?

#define LatchPin 8
#define ClockPin 12
#define DataPin 11
void setup()
{
   pinMode(LatchPin, OUTPUT);
   pinMode(ClockPin, OUTPUT);
   pinMode(DataPin, OUTPUT);
}
void loop()
{
   for(int j=0; j<255; j++)
   {
      digitalWrite(LatchPin, LOW);
      shiftOut(DataPin, ClockPin, MSBFIRST, j);
      digitalWrite(LatchPin, HIGH);
      delay(50);
   }
}

Cada vez que se vai enviar um valor para o IC, desliga-se o pin LatchPin para que nenhuma saída “dê sinal”, neste caso seriam os LEDs a piscar.

Enviam-se os bits para o IC, e informa-se qual a ordem de saída dos bits: MSBFIRST (Most Significant Bit First) ou LSBFIRST (Least Significant Bit First).

Agora, e uma vez que estamos a trabalhar com binário, se enviarem o nº1 acende o 1º LED; nº2 acende o 2º LED; nº3 acende o 1º e 2º LED e assim por diante.

Notem que este IC serve para expandir o número de outputs digitais, logo só terão valores HIGH e LOW.

Irei colocar um pequeno video no Vimeo com um pequeno exemplo.

Espero que se divirtam.

[EN]

Arduino has 13 Digital I/O pins, that is for a standard Uno or is prior Duemilenove and so forth. Often this is an excuse for not using Arduino in real projects, the lack of enough I/O pins.

Well, there is two ways in the solution path, using MEGA board with 54 I/O digital pins or using integrated circuits (IC) mostly known as “Multiplexers“. Sometimes the first path requires the second path as well, when 54 pins aren’t enough.

To solve this issue I use 74HC595 IC ( there are others for the same purpose). This IC is known as an “8 bit serial in – parallel out shift register”, that means:

“A serial-in/parallel-out shift register is similar to the serial-in/ serial-out shift register in that it shifts data into internal storage elements and shifts data out at the serial-out, data-out, pin. It is different in that it makes all the internal stages available as outputs. Therefore, a serial-in/parallel-out shift register converts data from serial format to parallel format. If four data bits are shifted in by four clock pulses via a single wire at data-in, below, the data becomes available simultaneously on the four Outputs QA to QD after the fourth clock pulse. (source: All About Circuits)”

Check the images of the IC pins on top:

Pins 1-7 to 15 are outputs.

Pin 8 will be connected to ground (GND).

Pin 10 will be connected to current. This pin is the “Master Reclear” and it will be LOW if active.

Pin 11 it’s the IC “Clock”.

Pin 12 it’s the IC’s internal storage (“Latch”) and if it goes LOW it will disable the outputs.

Pin 13 it’s the “Enable” pin, and if you connect it to ground you won’t have control over it. If you want to build your schematics this way, you have to use the “Latch” pin to enable/disable the IC.

Pin 14 it’s the “Serial Input” pin, to where Arduino will be sending data to the IC.

Pin 16 it’s the Vcc (current).

Confused?

Well, looking to the first image (on top) we see that using just 3 digital pins from our board we can have 8 outputs (8-bit). This is even more interesting if we consider that we may use it in parallel with more ICs (check image2 on top).

We are still using only 3 digital pins and now have 16 outputs, and this process may go on and on as much as needed.

The schematics are very simple and using the images on top can’t be more straight forward, but what about the code?

#define LatchPin 8
#define ClockPin 12
#define DataPin 11
void setup()
{
   pinMode(LatchPin, OUTPUT);
   pinMode(ClockPin, OUTPUT);
   pinMode(DataPin, OUTPUT);
}
void loop()
{
   for(int j=0; j<255; j++)
   {
      digitalWrite(LatchPin, LOW);
      shiftOut(DataPin, ClockPin, MSBFIRST, j);
      digitalWrite(LatchPin, HIGH);
      delay(50);
   }
}

Each time we send data to the IC, we will turn down the LatchPin so any output won’t give a signal, in this case would be some LEDs blinking.

We will send the data and we have to decide the way how that data will be shifted out: MSBFIRST (Most Significant Bit First) or LSBFIRST (Least Significant Bit First).

Now, once we start working with binary data, if you want to trigger the 1st LED send nº1; for the 2nd send nº2; for nº3 we will trigger the 1st and 2nd LEDs…

It’s important to state that this IC just expands the digital outputs therefore only HIGH and LOW values are allowed.

I will post a short video to Vimeo with some code running with a 74HC595 shift register.

Have fun.

Arduino Workshop at EPI

[PT]

Começo amanhã um workshop de 3 dias na Escola Profissional de Imagem (EPI) que faz parte do grupo de escolas onde se inclui também a Escola Técnica de Imagem e Comunicação (ETIC) e Instituto Politécnico Autónomo (IPA).

O workshop foi desenvolvido a pedido da EPI e toda a organização está ao cargo da disciplina de “Organização de Eventos”. Ainda não sei quantos inscritos tenho, mas já me disseram que está lotado (se for o caso serão entre 12 e 15).

O conteúdo do workshop teve de ser adaptado ao público-alvo (será exclusivo para estudantes das escolas do grupo) e irá desde uma breve introdução à electrónica, arduino, breadboard, sensores, actuadores e depois a parte que foi adaptada de um workshop dito “normal”, em vez de utilizar Processing no último módulo irei utilizar Flash.

Esta adaptação foi ponderada pois em nenhuma escola do grupo se ensina Processing.

No entanto irei utilizar o programa que preparei, voltando a colocar Processing no módulo final para um workshop aberto ao público que pretendo publicitar dentro de 1 mês.

Espero poder tirar umas fotografias interessantes durante estes 3 dias para partilhar convosco.

[EN]

Will start tomorrow a 3 day Arduino workshop at Professional School of Image (EPI) that belongs to the private group that also has the Technical School of Image and Comunication (ETIC) and Autonomus Politechnical Institute (IPA).

This workshop was asked by EPI and all the event organization is being held by the “Events Organization” class. Still dont know how many attendees I will have but some whisperings says that its fully booked (if thats correct will be between 12 and 15).

The workshop content was adapted to meet the target (only a student from any of the schools may attend) and it goes from a small electronics introdution, arduino, breadboard, sensors, actuators and it will end with and adaptation away from an “ordinary” opensource workshop, I will use Flash instead of Processing.

This change was thought because only Flash is taught in those schools.

However I will use this workshop content, now with Processing for a public workshop that I will hope to share in within a month.

Hopefully will have some cool photos from this next 3 days to share with you guys.

Adobe User Group Portugal – Next Meeting

[PT]

No próximo dia 26 de Fevereiro ir-se-á realizar mais um encontro do AdobeUserGroup em Lisboa. O local seleccionado para o efeito é o ClubRubik, um bar situado na rua do Jardim do Tabaco (GoogleMaps) e decorrerá entre as 16h e as 18h.

Desta vez os “managers” Paulo Moreira e João Fernandes estão a apostar em haver mais tempo para networking enquanto se bebem umas cervejas, e como tal haverão 2 apresentações: 16h-17h / 17h-18h e apartir dai poder-se-á ficar a conversar até horas de jantar…quase que aposto que haverá mesmo quem fique para jantar 🙂

A primeira apresentação ficará ao cargo do João Fernandes que decidiu efectuar uma série de apresentações sobre libs de AS3 diversas (frameworks, utilitarios, desenho, etc…sempre com o denominador de serem gratuitas).

Para a segunda apresentação, os “managers” do AUG convidaram-me para fazer a mesma apresentação que fiz no gotoAndSki(switzerland) sobre “Flash+Arduino“.

inscrição é GRATUITa mas obrigatória.

Encontramo-nos por lá ?

[EN]

Next February 26th AdobeUserGroup Portugal will meet once again in Lisbon. The selected venue is a cool bar called ClubRubik, located in the Jardim do Tabaco street (GoogleMaps) and it will take place between 4pm and 6pm.

This time the AUG managers Paulo Moreira and João Fernandes focused more in networking while drinking some beers so theres only 2 slots: 4pm-5pmh / 5pm-6pm and after that “the bar is open” for some serious networking…I even bet that some of us will join for dinner as well 🙂

The first presentation will be by João Fernandes that decided to do something different for 2011 and start presenting AS3 free libs (frameworks, utils, drawing, etc…).

For the 2nd slot, they asked me to re-do my gotoAndSki(switzerland) presentation about “Flash+Arduino“.

The registration is FREE but mandatory,

Hope to meet you there.

“Nemore”

[PT]

“Nemore” é um jardim em que cada “vagem” sente o espectador e reagirá à sua presença. O espectador é o “alien” neste jardim tecnológico. Cada “vagem” tem um som específico que variará consoante a ressonância da própria “vagem”.

Mais uma instalação do Sebastian Neitsch, desta vez em colaboração com Jan Bernstein, Max Kickinger e Woeishi Lean … trabalho colaborativo sob o nome “Fishing For Compliments

Nemore from Fishing For Compliments on Vimeo.

[EN]

“Nemore” is a garden where each pole feels the presence of the spectator and reacts to it. The spectator is the alien in this technological garden. Each pole have a specific sound that will switch according to it’s own ressonance.

Another installation by Sebastian Neitsch, this time in collaboration with Jan Bernstein, Max Kickinger and Woeishi Lean … collaborative work under the brand “Fishing For Compliments

gotoAndSki(Switzerland) aftermath

[PT]
Estou de volta após a melhor conferência de Flash/Flex/AIR que alguma vez fui. O conceito, totalmente novo para mim não ficou atrás das expectativas. À primeira vista poderão pensar que uma conferência de 3 dias somente com 9 apresentações no total é uma falha de optimização do tempo, mas a verdade é que esta fórmula funcionou, e de que maneira !

A conferência realizou-se em Stechelberg, no coração dos Alpes Suiços na região de Jungfrau. Literalmente isolados do Mundo civilizado, os participantes não tem outra alternativa além de comunicarem uns com os outros … a isto se chama networking. Noutras conferências nacionais e internacionais em que já participei, nunca se realizou um networking tão forte. Forte no sentido em que no final da conferência se sentiu entre alguns participantes o início de uma ligação de amizade, algo mais forte do que o simples contacto profissional.

Os participantes passaram os dias a praticar ski, snowboard, airboard ou simplesmente a apreciar a paisagem numa das várias esplanadas espalhadas pela estância. A ligação entre os participantes surge nestes momentos, em que o denominador comum deixa de ser o computador ou o Flash ou o Flex ou o AIR ou os “pensamentos geek” e passa a ser a natureza, a montanha, a neve, a velocidade, as gargalhadas, as piadas, as cervejas….o convívio.

Pela primeira vez assisti a apresentações em que os “speakers” estavam literalmente descontraídos, em que não existia um momento Q&A no final da apresentação pois a qualquer altura da mesma se colocavam as questões, em que se trocavam gargalhadas com as respostas, em que se falou de temas técnicos, de temas geeks, de temas importantes da nossa área de uma forma leve, descontraída e de facto senti-me mais rico por ter o prazer de estar nesta conferência.

Tive o prazer de fazer a minha primeira apresentação em inglês e apesar de muito nervoso tudo correu bem. As demos funcionaram, os videos geraram gargalhadas e palmas e gostei da reacção após a apresentação. Brevemente irei escrever uns posts sobre a minha apresentação, mas de momento é-me impossível pois a minha bagagem foi parar a Belfast e o Arduino foi também.

Após as apresentações do Michel Wacker, do Peter Maseide e do Dennis Ippel voltei a ter uma vontade enorme de trabalhar com Flash. De facto a isto chamo de inspiração.

Foram 6 dias repletos de memórias, em que não irei esquecer os momentos divertidos que tive com o Maciek “Polaco Voador” Wcislik e o Dennis “Londoner Dutch” Ippel, das excelentes conversas com o Johan, o Tiago, o Sandro, o Jeroen, o Thomas, o Andreas e o Jakub e de conhecer pessoalmente tantas pessoas com quem já comunicava via twitter…ahh, não me posso esquecer dos Yodelers que tivemos como surpresa durante o 1º jantar. Fantásticos cantares tradicionais dos Alpes.

Sem dúvida, regressei mais rico !!

Tenho de agradecer ao Fernando Colaço e ao David Almeida pelo excelente trabalho na realização da conferência gotoAndSki(‘switzerland’).

Em 2012 lá estarei novamente !

Fotos da conferência aqui. (em actualização constante)

Vídeos da conferência aqui. (em actualização constante)

Vídeos das apresentações aqui. (em actualização constante)

[EN]

I’m back after the best conference in Flash / Flex / AIR that I ever went. The concept, totally new to me did not lag behind expectations. At the first sight you might think that a 3-day conference with only 9 presentations in total is a failure in time optimization, but the truth is that this formula worked!

The conference was held in Stechelberg in the heart of the Swiss Alps in the Jungfrau region. Literally isolated from the civilized world, the attendees have no choice but to communicate with each other … this is called networking. Other national and international conferences I have ever attended, never held a networking so strong. Strong in the sense that at the end of the conference among some attendees felt the beginning of a bond of friendship, something stronger than mere professional contact.

Attendees spent the day skiing, snowboarding, airboarding or simply enjoying the scenery at several terraces scattered around the resort. The connection between the attendees appears in these moments, in which the common denominator is no longer the computer or Flash or Flex or AIR or “geek thoughts” and becomes the nature, mountain, snow, speed, the laughter, the jokes, the beer …. the conviviality.

For the first time I watched presentations where speakers were literally laid back, where there was no Q & A time at the end of the presentation because at any time someone would ask, were exchanged laughs between the answers, where we talked about technical matters, geek stuff, and important issues from our area in a relaxed way and in fact I feel richer for having the pleasure of being at this conference.

I had the pleasure of doing my first presentation in English and although very nervous all went well. The demos worked, the videos started big laughs and applause and I liked the reaction after the presentation. Soon I will write some posts about my presentation, but currently is impossible for me because my luggage went to Belfast and also went my Arduino.
After presentations by Michel Wacker, Peter Maseide and Dennis Ippel I came back with an eagerness to work with Flash. In fact I call it inspiration.

I had the pleasure of doing my first presentation in English and although very nervous all went well. The demos worked, the videos started big laughs and applause and I liked the reaction after the presentation. Soon I will write some posts about my presentation, but currently is impossible for me because my luggage went to Belfast and also went my Arduino.

After presentations by Michel Wacker, Peter Maseide and Dennis Ippel I came back with an eagerness to work with Flash. In fact I call it inspiration.

It was 6 days full of memories, where I will not forget the fun times I had with Maciek “Flying Polish” Wcislik and Dennis “Dutch Londoner” Ippel, and the great conversations with Johan, Tiago, Sandro, Jeroen, Thomas, Andreas and Jakub,  and personally meet many people with whom I have communicated over twitter….ohh, I can’t forget the outstanding Yodelers surprise we had in the first nights dinner. Superb traditional Alps singing.

Without a doubt, I have returned richer!

I have to thank Fernando Colaço and David Almeida for their excellent work with this amazing gotoAndSki (‘switzerland’) conference.

In 2012 I’ll be there again!

Conference photos here. (updating)

Conference videos here. (updating)

Presentations videos here. (updating)

“Kinetic Chandelier”

[PT]

Sebastian Neitsch realizou este projecto no final do curso de Arte e Design da Universidade de Halle. “Kinetic Chandelier” consiste num candeeiro robótico que reage à presença de pessoas e à luz ambiente em geral.

Segundo o autor:
“Até agora Silke simplesmente segue os moviementos dos espectadores. No inicio só um braço reage mas se a pessoa fizer mais barulho ou se mover rapidamente, então mais braços irão olhar para ela. Se fizer realmente muitissimo mais barulho e se aproximar bruscamente, ela terá medo e levantará todos os seus braços. Passado um tempo começará a se acalmar mas relembrar-se-á sempre de quem a assustou e agirá nervosamente para com esse espectador.”

Uma forma “de vida” quase orgânica que dá a sensação de estarmos perante um ser de outro universo.

Kinetic Chandelier “Silke” from Sebastian Neitsch on Vimeo.

[EN]

Sebastian Neitsch made this project in the end of his Art and Design degree at Halle University. “Kinetic Chandelier” is a robotic chandelier who reacts to the presence of spectators and the surrounding lights.

Sebastian states:
“Until now Silke is simply following the movement of any spectator. At the beginning only single arms react but if the person gets louder or moves faster more arms start to look at you. If you get really loud and get really close at the same time, she gets scared and moves up every single arm. After a while she calms down but remembered who scared her and reacts nervous, trying to move the arms away from the “scary” person.”

An almost organic life form that gives the impression of being in the presence of an outer space life form.