Dois meses …

Já passaram dois meses…

A velocidade do tempo está diretamente relacionado com o prazer retirado da atividade exercida. É sem dúvida um “defeito” que o Grande Inventor deveria de ter endereçado.

Senti algumas mudanças no meu cérebro durante este período. De que serão fruto, tenho as minhas suspeitas. A mudança profissional terá sido sem dúvida um dos precursores.

Esta mudança trouxe-me desafios técnicos mas também um novo paradigma de trabalho. Trabalhar remotamente permitiu-me ganhar tempo. Tempo que era literalmente perdido no trânsito. Os dias ficaram subitamente longos e o síndrome de segunda-feira desapareceu miraculosamente…

A velocidade do tempo está diretamente relacionado com o prazer retirado da atividade exercida.

É factual que trabalho mais horas do que no meu anterior trabalho, continuo a ter mais tempo disponível, e no entanto sinto que cada vez tenho menos tempo.

O cérebro tem de ser continuamente desafiado, questionado, massajado. Só assim se poderá manter elástico e alerta. Acredito vivamente nisso. No entanto, quanto mais ginasticado, mas fértil se torna. No meu caso pessoal, isso traduz-se claramente em ideias. Mais ideias, mais tempo necessito para as colocar em prática.

E ideias têm florido na minha mente e neste momento o meu maior dilema encontra-se na organização dessas ideias. Tomara encontrar “tempo” pois gostaria imenso de as partilhar convosco.

 

 

Depressa: o tempo foge e arrasta-nos consigo: o momento em que falo já está longe de mim.

Nicolas Boileau

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